sexta-feira, 4 de maio de 2012

Na gravura superior, folia do Divino Espírito Santo em peditório nas ruas do Rio de Janeiro, ca. 1826
Registo de costumes por Debret (edição em Paris, 1839). De acordo com o título "Vivres portés aux prisonniers, la veille de la Pentecôte", o peditório destinava-se a recolher alimentos para a sopa dos presos. Daí a presença de número alargado de confrades (8) acompanhados de uma folia de negros e dois carros de bois cheios de provisões. Em Portugal as folias também faziam peditórios para as funções do Espírito Santo. Mas não consta que as confrarias do ES recolhessem alimentos para os presos. Essa incumbência estavam reservada às santas casas, nomeadamente no que se referia ao Limoeiro (Lisboa) e à Relação (Porto). Há uma gravura de inícios do século XIX que mostra irmãos da Santa Casa de Lisboa com gaiteiro e caldeirão a recolher víveres para o caldo dos presos.

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