domingo, 25 de agosto de 2013

Em «Quem quer festa sua-lhe a testa: cerimónias de abertura dos tribunais e do ano judiciário», reflete-se sobre os sentidos e as funções atribuídas às cerimónias de abertura do ano judiciário a uma escala globalizada. Com o objetivo de aprofundar o tema proposto, são sucessivamente problematizadas questões como: 1) Uma imagem negra da cerimónia de abertura dos tribunais nos sistemas judiciários ocidentais; 2) Panorama dos sistemas cerimonialísticos ocidentais; 3) A cerimónia de abertura solene do ano judicial/abertura do ano judiciário nos países lusófonos; 4) Breve resenha da Missa do Espírito Santo/Messe Rouge/Red Mass; 5) Recomendações no sentido de uma rentabilização democrática dos patrimónios judiciários, nos quais se inclui o cerimonial judiciário.
Este assunto tem vindo a suscitar crescente interesse no Brasil, principalmente junto das escolas de magistratura/centros de formação de magistrados, gabinetes de presidência de tribunais superiores, cerimonialistas em atividade junto de tribunais e instituições de formação em cerimonial público. Esperamos voltar ao tema em futuras abordagens.
Fonte: artigo publicado na Revista do Ministério Público n.º 133, janeiro/março 2013, pp. 229-271.

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