terça-feira, 21 de novembro de 2017


Universidade Católica de Lyon

 Reitor e decanos num cortejo fúnebre, 27.05.1911
Uso de toga e insígnias, notando-se cabeças cobertas e desbarretadas.

Reitor e decanos, precedidos por oficial à civil, 1912.
Entre a segunda metade do século XIX e os inícios do século XX algumas universidades católicas francesas como Lyon e Lille mantiveram os hábitos romanos em uso entre os representantes dos órgãos de direção e membros do corpo docente com dignidade eclesiástica. Trata-se efetivamente de uma tradição universitária europeia, com expressão em universidades americanas, segundo a qual as vestes eclesiásticas masculinas e femininas são para todos os efeitos equivalentes às académicas estatutárias. Nas universidades ibéricas, o uso do hábito eclesiástico secular ou regular admitia exceções em matéria de insígnias. Por desconhecimento da etiqueta universitária europeia plurissecular, esta situação tem sido repetidamente omitida nos chamados códigos "de praxe" ou até proibida "contra legem". Como é sabido, cada tempo tem as suas legitimidades e as suas razões.

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