terça-feira, 4 de setembro de 2012

Evocação do Comércio Marítimo, vulto escultórico em bronze assinado por Eugène [?] Benet, s/d, Rio de Janeiro, jardim junto à rua Russel. Inscrito no soco "28 janeiro 1808 abertura dos portos". Exibe um remo e uma âncora. Desde o século XVII, no ciclo áreo do mercantilismo, que começaram a proliferar alegorias da Navegação, Comércio e Marinha Mercante. A questão do Comércio estava de antemão resolvida com Mercúrio/Hermes. Para a Navegação comercial os artistas oscilaram entre uma figura masculina de navegador com astrolábio e uma ninfa com Leme, Roda do Leme, Âncora e Caravela na mão. Estas representações confundem-se frequentemente com a simbologia adoptada pelas escolas de Náutica, como aconteceu com a Âncora, o Farol e a Caravela, incorporados no todo ou em parte nos brasões da Aula de Náutica do Porto (1762...), a Academia Real da Marinha e Comércio do Porto (1803..., com Âncora e Caravela), Academia Politécnica do Porto (1837-1911, com Âncora e Caravela), a Faculdade de Ciências da UP (1911...) e a Faculdade Técnica/Engenharia da UP (1915...).

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