segunda-feira, 25 de março de 2013

Traje e adereços para juiz de tribunal correcional, França, 1798. Acervo da National Portrait Gallery, Londres. Após a grande revolução de 1789, as magistraturas francesas viveramm um período de abolição dos antigos trajes corporativos e insígnias. Na década de 1790 o governo francês inventou novos trajes, de morfologia e gosto muito discutíveis, alguns dos quais fazem lembrar a andaina do boleeiro. A maioria destes trajes seria abandonada no 1.º Império, com o regresso às togas talares, cetins e arminhos, tendo porém os trajes talares de corpos duplos sido substituídos por vestes de um corpo. Passou assim a predominar a toga de gala preto-escarlate dos antigos conselheiros dos parlamentos provinciais e o barrete preto de pompom foi igualmente substituído pelo barrete clindriforme de gomos dos mesmos conselheiros.

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